quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Analise Evangelho de João


O quarto evangelho declara francamente o propósito do livro "...fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais... Estes foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo tenhais vida em seu nome” (20.30,31).

Desde o prólogo 1.1-18 com seu grande clímax: "...e vimos a sua glória...”(v 14), até à confissão final de Tomé: "Senhor meu Deus meu! (20.28), o leitor é constantemente impelido a prostrar-se de joelhos em adoração. Jesus Cristo aparece como mais que um mero homem; de fato, mais do que um simples enviado sobrenatural ou representante da Divindade. Ele é o verdadeiro Deus que veio em carne.

Os hebreus, esperando pelo seu Messias vindouro, entretanto (1.19-26), necessitavam de prova sobre a reivindicação de Jesus de ser o prometido Messias do Antigo Testamento. João apresenta essas provas vinte dias dos três anos de ministério público de Jesus validam dramaticamente Sua posição de Cristo, o Filho de Deus. Oito sinais ou ações revelam não apenas o Seu poder, mas igualmente atestam a Sua glória como o divino possuidor da graça redentora. Jesus é o grande “EU Sou”, a única esperança de uma raça em tudo mais destruída de Liderança. Água transformada em vinho, comerciantes e animais para sacrifícios expulsos do templo; o filho do nobre curado à distância; o paralítico curado no sábado; as multiplicações de pães; Jesus a andar sobre a superfície da àgua; a vista restaurada ao cego de nascença; Lazáro chamado de volta de entre os mortos: todos esses milagres revelam Quem Jesus é e o que Ele faz. Progressivamente, João o retrata como a fonte da nova vida, a água da vida, e o pão da vida. Até os Seus próprios inimigos recuam e caem perante o “Eu Sou”, que se entregava voluntariamente ao sofrimento da cruz (18.5,6).

Procurando salvar o homem do pecado e da condenação, e restaurá-lo à comunhão divina e à santidade, o Logos eterno fez deste mundo Sua habitação temporária (1.14). Através de Sua graça, homens caídos se tornam qualificados para habitar em Deus (14.20) e, finalmente, para entrarem nas mansões eternas (14.2,3). Em sua própria pessoa, Jesus cumpre o significado das profecias e das festividades do Antigo Testamento. Triunfa, finalmente, até mesmo sobre a morte e a sepultura, e deixa aos Seus seguidores um notável legado para dar prosseguimento à missão misericordiosa, sem igual na história.

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