quarta-feira, 16 de julho de 2008

Show dia 31/08 - Centro Cultural

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Cartilha de Segurança para Internet

1. Senhas
Uma senha (password) na Internet, ou em qualquer sistema computacional, serve para autenticar o usuário, ou seja, é utilizada no processo de verificação da identidade do usuário, assegurando que este é realmente quem diz ser.

Se uma outra pessoa tem acesso a sua senha, ela poderá utilizá-la para se passar por você na Internet. Alguns dos motivos pelos quais uma pessoa poderia utilizar sua senha são:

ler e enviar e-mails em seu nome

obter informações sensíveis dos dados armazenados em seu computador, tais como números de cartões de crédito

esconder sua real identidade e então desferir ataques contra computadores de terceiros.

Portanto, a senha merece consideração especial, afinal ela é de sua inteira responsabilidade.

2.1. O que não se deve usar na elaboração de uma senha?

Nomes, sobrenomes, números de documentos, placas de carros, números de telefones e datas1 deverão estar fora de sua lista de senhas. Esses dados podem ser facilmente obtidos e uma pessoa mal intencionada, possivelmente, utilizaria este tipo de informação para tentar se autenticar como você.

Existem várias regras de criação de senhas, sendo que uma regra muito importante é jamais utilizar palavras que façam parte de dicionários. Existem softwares que tentam descobrir senhas combinando e testando palavras em diversos idiomas e geralmente possuem listas de palavras (dicionários) e listas de nomes (nomes próprios, músicas, filmes, etc.).

2.2. O que é uma boa senha?
Uma boa senha deve ter pelo menos oito caracteres2 (letras, números e símbolos), deve ser simples de digitar e, o mais importante, deve ser fácil de lembrar.

Normalmente os sistemas diferenciam letras maiúsculas das minúsculas, o que já ajuda na composição da senha. Por exemplo, “pAraleLepiPedo” e “paRalElePipEdo” são senhas diferentes. Entretanto, são senhas fáceis de descobrir utilizando softwares para quebra de senhas, pois não possuem números e símbolos, além de conter muitas repetições de letras.

2.3. Como elaborar uma boa senha?
Quanto mais “bagunçada” for a senha melhor, pois mais difícil será descobrí-la3. Assim, tente misturar letras maiúsculas, minúsculas, números e sinais de pontuação. Uma regra realmente prática e que gera boas senhas difíceis de serem descobertas é utilizar uma frase qualquer e pegar a primeira, segunda ou a última letra de cada palavra.

Por exemplo, usando a frase “batatinha quando nasce se esparrama pelo chão” podemos gerar a senha “!BqnsepC” (o sinal de exclamação foi colocado no início para acrescentar um símbolo à senha). Senhas geradas desta maneira são fáceis de lembrar e são normalmente difíceis de serem descobertas.

Mas lembre-se: a senha “!BqnsepC” deixou de ser uma boa senha, pois faz parte desta Cartilha.

Vale ressaltar que se você tiver dificuldades para memorizar uma senha forte, é preferível anotá-la e guardá-la em local seguro, do que optar pelo uso de senhas fracas.

2.4. Quantas senhas diferentes devo usar?
Procure identificar o número de locais onde você necessita utilizar uma senha. Este número deve ser equivalente a quantidade de senhas distintas a serem mantidas por você. Utilizar senhas diferentes, uma para cada local, é extremamente importante, pois pode atenuar os prejuízos causados, caso alguém descubra uma de suas senhas.

Para ressaltar a importância do uso de senhas diferentes, imagine que você é responsável por realizar movimentações financeiras em um conjunto de contas bancárias e todas estas contas possuem a mesma senha.

Então, procure responder as seguintes perguntas:

Quais seriam as conseqüências se alguém descobrisse esta senha?

E se fossem usadas senhas diferentes para cada conta, caso alguém descobrisse uma das senhas, um possível

prejuízo teria a mesma proporção?

2.5. Com que freqüência devo mudar minhas senhas?
Você deve trocar suas senhas regularmente, procurando evitar períodos muito longos. Uma sugestão é que você realize tais trocas a cada dois ou três meses.

Procure identificar se os serviços que você utiliza e que necessitam de senha, quer seja o acesso ao seu provedor, e-mail, conta bancária, ou outro, disponibilizam funcionalidades para alterar senhas e use regularmente tais funcionalidades.

Caso você não possa escolher sua senha na hora em que contratar o serviço, procure trocá-la com a maior urgência possível. Procure utilizar serviços em que você possa escolher a sua senha.

Lembre-se que trocas regulares são muito importantes para assegurar a confidencialidade de suas senhas.

2.6. Quais os cuidados especiais que devo ter com as senhas?
De nada adianta elaborar uma senha bastante segura e difícil de ser descoberta, se ao usar a senha alguém puder vê-la. Existem várias maneiras de alguém poder descobrir a sua senha. Dentre elas, alguém poderia:

observar o processo de digitação da sua senha

capturar sua senha enquanto ela trafega pela rede.

Em relação a este último caso, existem técnicas que permitem observar dados, à medida que estes trafegam entre redes. É possível que alguém extraia informações sensíveis desses dados, como por exemplo senhas, caso não estejam criptografados (vide seção ).

Portanto, alguns dos principais cuidados que você deve ter com suas senhas são:

certifique-se de não estar sendo observado ao digitar a sua senha

não forneça sua senha para qualquer pessoa, em hipótese alguma

não utilize computadores de terceiros (por exemplo, em LAN houses, cybercafes, stands de eventos, etc) em operações que necessitem utilizar suas senhas

certifique-se que seu provedor disponibiliza serviços criptografados, principalmente para aqueles que envolvam o fornecimento de uma senha.

2.7. Que cuidados devo ter com o usuário e senha de Administrator (ou root) em um computador?
O usuário Administrator (ou root) é de extrema importância, pois detém todos os privilégios em um computador.

Ele deve ser usado em situações onde um usuário normal não tenha privilégios para realizar uma operação, como

por exemplo, em determinadas tarefas administrativas, de manutenção ou na instalação e configuração de determinados tipos de software.

Sabe-se que, por uma questão de comodidade e principalmente no ambiente doméstico, muitas pessoas utilizam o usuário Administrator (ou root) para realizar todo e qualquer tipo de atividade. Ele é usado para se conectar à Internet, navegar utilizando o browser, ler e-mails, redigir documentos, etc.

Este é um procedimento que deve ser sempre evitado, pois você, como usuário Administrator (ou root), poderia acidentalmente apagar arquivos essenciais para o funcionamento do sistema operacional ou de algum software instalado em seu computador. Ou ainda, poderia instalar inadvertidamente um software malicioso que, como usuário Administrator (ou root), teria todos os privilégios que necessitasse, podendo fazer qualquer coisa.

Portanto, alguns dos principais cuidados que você deve ter são:

2.6
Utilizar o usuário Administrator (ou root) somente quando for estritamente necessário

criar tantos usuários com privilégios normais, quantas forem as pessoas que utilizam seu computador, para substituir assim o usuário Administrator (ou root) em tarefas rotineiras, como leitura de e-mails, navegação na Internet, produção de documentos, etc.

Fonte: www.invasao.com.br

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Mensagens

A vida é muito curta para você pensar pequeno. Os limites da sua vida estão no seu pensamento.

O preguiçoso só tem sucesso quando procura não fazer nada.

A preguiça viaja tão devagar que a pobreza ultrapassa.

São as escolhas e não a sorte que determinam seu futuro.

Não aceite desculpas, busque resultados.

Não tenha medo de errar.

Esperar que a vida se encaixe com perfeição é viver em eterna frustração.

Não tenha medo de fracassar, o pior medo é o medo de errar.

Quem não tem opinião própria, depende das dos outros. Torna-se um escravo.

O oposto da coragem é a conformidade.

Assumir riscos, assumir responsabilidades, enfrentar a fúria das tempestades.

Todos morrem um dia, entretanto nem todos vivem.

Se você não ousar, nada te a desejar.

É melhor ser leão um dia, do que ovelha a vida toda.

Quem não arrisca nada, arrisca tudo que possui.

Faça sempre mais.

Faça o que você pode, com o que tem e onde você esta.

Sentir-se frustrado pelo que não se tem é desperdiçar o que na realidade já possui.

As flores do amanha esta nas sementes de hoje.

Chega de desculpas, chega de justificativas.

A Raposa culpa a armadilha não a si própria.

Os venenos da mente

Quando o indivíduo nasce, a mente vem pura, virgem. Devido ao sistema implantado na sociedade a mente vai se contaminando.

Agregados psicológicos, egos e demônios possuem personalidades e energias próprias e são as principais fonte de enfermidades.

Egos, demônios muitas vezes se expressam nos sonhos.

A vida resume-se no cumprimento de tarefas e relacionamentos.

É necessário aprender a nos relacionarmos com a vida, com as pessoas, com o ambiente, com Deus e conosco mesmo. A base dos relacionamentos é a confiança.

Alimentar os prazeres fortalece os demônios. Não podemos confundir felicidade e alegria com prazer. O prazer é um tipo de gratificação para os sentidos e desejos. Quando buscam a felicidade externamente, mais vazio ficam por dentro. Como podemos encontrar a paz se cultivamos a guerra dentro de nós.

É muito importante revisar antigas idéias e paradigmas, para que possa surgir um novo terreno fértil as novas idéias (mudar a forma de pensar).

Para mudar primeiro precisamos nos conhecer. Quem somos? O que pensamos? De onde viemos? Pra que viemos? Quem é Deus? Quem são os mestres? Onde estão? Quais as nossas reais possibilidades?

A primeira etapa para as transformações é mudar o comportamento

Para mudar o comportamento é necessário compreensão.

Estude o nível de ser de uma vaca. Mesmo que a coloque num palácio ela irá sujar tudo. E continuará sendo uma vaca.

Mudar o nível de ser requer análise, vontade, reflexão, compreensão.

Comportamento tem haver com relacionamento.

Amor comportamental, conduta de amor reto, amar até os inimigos. Não amor sentimental, é necessário aprender a amar.

Eros = erótico, amor sexual.

Filos = amante da sabedoria, outros tipos de amor.

HP = amor comportamento, compaixão, caridade, amor aos inimigos.

O amor é paciente, não é egoísta, não condena, busca sempre a verdade, fraternidade, serviço desinteressado, bondade, humildade, respeito, perdão, honestidade, compromisso, apreço, consideração e confiança.

Sacrificar demônios em serviço aos demais.

Se comprometer no amor a Deus e aos demais.

Precisamos agir e mudar, independente do resto do mundo.

O exemplo vale mais que mil palavras.

Duas coisas obrigatórias na vida: morrer e escolher

Morrer = Temos que nos preparar em vida

Escolher = Servir a Deus ou ao diabo.

Não escolher por si só, já é uma escolha.

O que nos impede de amar ao próximo é o egoísmo.

As raízes do egoísmo são: amor próprio, auto consideração, auto importância e orgulho.

Ex: Se considerar mais importante que os outros.

EX: Primeiro eu, depois você.

A ira quando trabalha sozinha denomina-se ódio, vingança.

O processo de auto-análise consiste primeiro em “fotografar”, registrar o que se passa e depois analisar e estudar em meditação.

Auto-observação, auto-analise e meditação = compreensão.

Virtudes fora do lugar são muito prejudiciais.

O fogo no fogão cozinhando, é bom.

O fogo na casa, destruindo tudo, é ruim.

A vida é a grande obra espiritual, quem não tem paciência fracassa.

domingo, 8 de junho de 2008

The New York Times: Meditação budista ganha terreno entre terapeutas

Por Benedict Carey
The New York Times

Esse exercício de percepção focada e manipulação mental de emoções se tornou uma das técnicas mais populares da nova psicoterapia na década passada. A meditação "mindfulness", como é chamada, é baseada nos ensinamentos de um príncipe indiano do século V antes de Cristo, Siddhartha Gautama, posteriormente conhecido como Buda. Está chamando a atenção de terapeutas de todas as classes, incluindo pesquisadores acadêmicos, analistas freudianos e céticos que vêem todas as marcas de outra mania.

Por anos, psicoterapeutas trabalharam para aliviar o sofrimento dando novas molduras aos pensamentos dos pacientes, alterando diretamente o comportamento ou ajudando as pessoas a atingir percepção das fontes subconscientes de seu desespero e ansiedade.

A promessa da meditação "mindfulness" (consciente ou conscienciosa) é poder ajudar os pacientes a agüentar dilúvios de emoções durante o processo terapêutico - e no final alterar as reações a experiências cotidianas em níveis que as palavras não conseguem alcançar. "O interesse nisto acabou de decolar," diz Zindel Segal, um psicólogo do Centro de Vícios e Saúde Mental e Toronto, onde a terapia de grupo citada acima foi gravada. "E acho que uma grande parte disso é que mais e mais terapeutas estão eles mesmos praticando alguma forma de contemplação e querem trazer isso para a terapia."

Em workshops e conferências por todo o país, estudantes, orientadores e psicólogos de prática privada amontoaram-se em palestras sobre a meditação "mindfulness". O Instituto Nacional de Saúde está financiando mais de 50 estudos de técnicas de consciência, contra apenas três realizados em 2000, para ajudar a aliviar o estresse, suavizar a vontade dos vícios, aprimorar a atenção e reduzir o desespero e as ondas de calor.

Alguns proponentes dizem que a chegada de Buda na psicoterapia sinaliza uma abertura mais ampla na cultura como um todo - uma forma de acessar a cura mais profunda, um caminho oculto revelado.

Mas até agora, são poucas as evidências de que a meditação "mindfulne
ss" ajuda a aliviar sintomas psiquiátricos e, em alguns casos, pode fazer com que as pessoas piorem, como foi sugerido por alguns estudos. Agora, muitos pesquisadores temem que o entusiasmo pela prática do Budismo ultrapasse tanto a ciência, que essa promissora ferramenta psicológica pode se tornar apenas mais uma moda.

"Estou muito aberto à possibilidade de que essa abordagem pode ser efetiva, e ela certamente deve ser estudada," diz Scott Lilienfeld, um professor de psicologia em Emory. "O que me preocupa é o hype, o exagero, a conversa sobre mudar o mundo, essa sedução do guru que o campo da psicoterapia tem a tendência de cultivar."

A meditação budista chegou à psicoterapia pela medicina acadêmica mainstream. Na década de 1970, um estudante de graduação em biologia molecular, Jon Kabat-Zinn, intrigado por idéias budistas, adaptou uma versão de sua prática meditativa que poderia ser facilmente aprendida e estudada. Era uma versão secular, extraída como uma pedra preciosa das fundações multifacetadas dos ensinamentos budistas, que havia originado uma ampla variedade de seitas e práticas espirituais e atraído 350 milhões de seguidores em todo o mundo.

Na meditação transcendental e outros tipos de meditação, praticantes buscam transcender ou "perder" a si mesmos. O objetivo da meditação mindfulness era diferente: estimular a percepção de cada sensação, à medida que elas se desdobram no momento.

Kabat-Zinn ensinou a prática a pessoas que sofriam de dores crônicas na escola médica da Universidade de Massachussetts. Nos anos 80 ele publicou uma série de estudos demonstrando que cursos de duas horas, ministrados uma vez por semana durante oito semanas, reduziram as dores mais eficazmente que o tratamento usual.

A notícia se espalhou discretamente no início. "Acho que naquela época, outros pesquisadores tinham de ser muito cuidadosos ao falar sobre isso, porque eles não queriam ser vistos como estranhos da Nova Era," diz Kabat-Zinn, agora professor emérito de medicina na Universidade de Massachussetts. "Então eles não deram o nome de conscienciosa, ou meditação. Depois de um tempo, nós divulgamos tantos estudos que as pessoas se sentiram mais confortáveis com isso."

Uma pessoa que reparou logo cedo foi Marsha Linehan, uma psicóloga da Universidade de Washington que estava tentando tratar pacientes profundamente problemáticos com históricos de comportamento suicida. "Tratar esses pacientes com alguma terapia de comportamento baseada na mudança só os fez piorar, não melhorar," disse Linehan em uma entrevista. "Com a situação realmente negra, você precisa de algo diferente, algo que faça as pessoas tolerarem essas emoções tão fortes."

Na década de 1990, Linehan publicou uma série de estudos dizendo que uma terapia que incorporava a consciência Zen-Budista, "aceitação radical," praticada por terapeuta e paciente, reduzia significativamente o risco de hospitalização e tentativas de suicídio nos pacientes de alto risco.

Finalmente, em 2000, um grupo de pesquisadores incluindo Segal em Toronto, J. Mark G. Williams na Universidade de Gales e John D. Teasdale no Conselho de Pesquisa Médica na Inglaterra, publicou um estudo relatando que oito sessões semanais de meditação mindfulness cortaram pela metade a taxa de reincidência em pessoas com três ou mais episódios de depressão.

Com o Dr. Kabat-Zinn, eles escreveram um livro que se tornou popular, "The Mindful Way Through Depression". A curiosidade dos psicoterapeutas sobre a meditação mindfulness, antes temporária, transformou-se neste "frenesi constante que vemos acontecendo agora," diz Kabat-Zinn.

A meditação mindfulness é fácil de ser descrita. Sente-se em uma posição confortável, olhos fechados, preferivelmente com as costas retas e não-apoiadas. Relaxe e note as sensações corporais, sons e temperamentos. Repare neles sem julgamento. Deixe a mente assentar ao ritmo da respiração. Se ela vagar (e irá vagar), gentilmente preste atenção à respiração. Fique com ela por pelo menos 10 minutos.

Depois de dominar o controle da atenção, segundo alguns terapeutas, a pessoa pode virar-se, mentalmente, para encarar um pensamento ameaçador ou perturbador - sobre, digamos, um relacionamento tenso com uma pessoa próxima - e aprender a simplesmente agüentar a raiva ou tristeza e deixá-los passar, sem recair para uma reflexão ou tentativa de alterar o sentimento, um movimento que muitas vezes sai pela culatra.

Uma mulher, uma médica que fazia terapia por anos para gerenciar períodos de extrema ansiedade, recentemente começou a se tratar com Gaea Logan, uma terapeuta de Austin, Texas, que incorpora a meditação mindfulness em sua prática. Essa paciente tinha muito com que se preocupar, incluindo uma criança mentalmente doente, um divórcio e o que ela descrevia como uma "voz interior implacável", diz Logan.

Depois de praticar a meditação mindfulness, ela continuou a sentir ansiedade em alguns períodos, mas disse a Logan, "Eu posso parar e observar meus sentimentos e pensamentos e sentir compaixão por mim mesma."

Steven Hayes, um psicólogo da Universidade de Nevada em Reno, desenvolveu uma terapia conversacional chamada Terapia de Compromisso pela Aceitação, ou ACT, baseada em um esforço similar, estilo Buda, de mover-se além da linguagem para mudar os processos psicológicos fundamentais.

"Ter nossa saúde mental definida pelo conteúdo de nossos pensamentos é uma grande mudança", diz Hayes. "Defini-la pelo relacionamento com esse conteúdo - e mudar esse relacionamento ao sentar-se com, reparar e nos tornar livres de nossa definição de nós mesmos."

Para todos esses esperançosos sinais, a ciência por trás da meditação mindfulness está dando os primeiros passos. A Agency for Healthcare Research and Quality, que pesquisa práticas de saúde, publicou no ano passado uma abrangente análise de estudos de meditação, incluindo TM, Zen e prática mindfulness para uma ampla variedade de problemas físicos e mentais. A análise descobriu que na maioria dos estudos a pesquisa foi incompleta demais para oferecer conclusões.

Reservas marinhas podem ser a última chance dos oceanos

Amsterdã, Holanda — Segundo relatório do Instituto Worldwatch, o problema chegou a tal ponto que talvez seja necessário criar reservas marinhas em 40% dos mares para evitar um colapso total.

Setenta por cento da superfície da Terra é coberta por oceanos e 3/4 da humanidade vive em áreas costeiras. Somos imensamente dependentes dos recursos marinhos - e ainda assim os oceanos estão enfrentando ameaças que incluem pesca excessiva, poluição, mudanças climáticas e caça às baleias.

O novo relatório do Instituto Worldwatch, intitulado Oceanos em Perigo: Protegendo a Biodiversidade Marinha (texto em inglês), defende a criação dessas reservas marinhas, onde todas as atividades extrativas e destruidoras, incluindo a pesca, seriam proibidas. O documento revela o estado lastimável em que se encontram os oceanos do mundo e dá o alerta para que governos comecem a se mexer para tomar medidas de proteção enquanto ainda há tempo.

Escrito por um time de especialistas da unidade científica do Greenpeace localizada na universidade inglesa de Exeter, o relatório Oceanos em Perigo atualiza um estudo feito pelo mesmo grupo em 1998. Eles ficaram chocados com a escala e o grau de destruição que aconteceu em menos de uma década em várias partes do mundo.

"Os recentes estudos que realizamos mostram, entre outras coisas, que 90% dos peixes predadores do mundo, como tubarões, peixes-espadas e atuns, desapareceram devido à pesca excessiva praticada desde a década de 1950. Isso nos ajudou a expôr ao público o que vem acontecendo nas profundezas dos oceanos, algo pouco divulgado para a maior parte das pessoas," afirma Paul Johnston, cientista-chefe do Greenpeace.

O relatório detalha novas e emergentes ameaças, como o aumento da acidificação dos oceanos e destaca como a corrida dos países por recursos cada vez mais escassos está colocando o ecossistema marinho à beira do colapso.

O documento ilustra ainda como 76% dos estoques pesqueiros estão totalmente ou quase esgotados, uma estimativa corroborada pelos números levantados pela Organização para Agricultura e Alimentos das Nações Unidas (FAO), que sugere que 158 milhões de toneladas de peixe foram retiradas do mar mundo afora em 2005 - sete vezes o total de 1950.

O relatório também detalha as armadilhas das fazendas de peixe, a suposta panacéia para os problemas das reservas marinhas. As estatísticas são aqui também alarmantes: a produção de animais carnívoros como salmão e camarão exigem duas vezes e meia a quantidade de alimento que outras espécies de peixes comerciais. Gastasse 20 quilos de peixe para cada quilo que um atum selvagem engorda em cativeiro. Isso tudo contribui para exaurir os recursos marinhos a um passo assustadoramente acelerado.

Problemas como o uso de redes de arrasto, que provocam danos enormes aos ecossistemas do fundo do mar, e a sobre-pesca na costa promovida pelos países em desenvolvimento, são exarcebados pelo fato de que 20% de toda a pesca no mundo é ilegal - e vale algo em torno de US$ 5 bilhões por ano. Enquanto países ricos têm recursos suficientes para controlar suas próprias águas ainda têm alguma chance de emplacar medidas para proteger os recursos marinhos, há pouca ou nenhuma regulamentação sobre a exploração dos recursos em águas internacionais - um assunto que precisa ser discutido urgentemente num nível internacional.

Apesar do sinistro cenário pintado, o relatório do Instituto Worldwatch reserva algumas esperançosas palavras sobre como enfrentar o problema, incluindo um pacote de medidas que, se implementadas, poderiam reverter a atual situação para uma mais salutar, restaurando a produtividade do mar de tempos atrás. A solução é estabelecer reservas marinhas por todos os oceanos, protegendo espécies e habitats vulneráveis, incrementando a pescaria além das fronteiras das reservas, e minimizando os piores impactos das mudanças climáticas.

As reservas marinhas são a ferramenta mais poderosa disponível para estancar o declínio das reservas marinhas de nossos oceanos e são igualmente aplicáveis tanto no alto-mar como nas regiões costeiras. Os oceanos têm um imenso poder de regeneração e onde reservas marinhas foram implantadas a vida local renasceu.

Se quisermos pescar amanhã, é preciso criar reservas marinhas hoje.

sábado, 7 de junho de 2008

Pense de Novo



Vídeo produzido pela ong WWF, campanha Pense de Novo.

Aquecimento Global - Não há mais tempo a perder


Participe! Proteste!

O aquecimento global já deixou de ser assunto de ficção científica e tornou-se realidade. O planeta todo está sofrendo, inclusive o Brasil. Seca na Amazônia, desertificação no Nordeste, furacão e tornados no sul... Esses fenômenos climáticos extremos são claras evidências dos problemas causados pela queima irresponsável de combustíveis fósseis por automóveis, indústrias e usinas termoelétricas e pela destruição das florestas do mundo... São apenas uma amostra de um terrível futuro que pode estar muito mais próximo do que imaginamos. Milhões de pessoas são vítimas de catástrofes como estas todos os anos. E ninguém está livre do problema!

Mas ainda há tempo para ação! É preciso que governos do mundo todo diminuam drasticamente as emissões de gases de efeito estufa nas próximas décadas. E o Brasil, que pela destruição de suas florestas é o 4º. maior emissor mundial, precisa combater o desmatamento e investir muito mais em energias limpas, como a do sol e a dos ventos.

Exija que o governo brasileiro faça sua parte: desenvolva uma política nacional de mudanças climáticas, identifique nossa vulnerabilidade, invista em energias positivas e em transporte coletivo de qualidade e combata de forma implacável o desmatamento.

Não há mais tempo a perder!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Rio Tietê, a maior obra de saneamento

O Secretário-geral da Organização das Nações Unidas – ONU – Kofi Annan declarou por ocasião da série de encontros sobre a Cúpula Mundial Sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em Joanesburgo que, “mais de um bilhão de pessoas não têm acesso à água potável. O dobro desse número não possui saneamento adequado e mais de três milhões de pessoas morrem todos os anos de doenças causadas por águas contaminadas”.

Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que para cada dólar aplicado em saneamento, com esgoto coletado e tratado e água tratada, economizam-se de quatro a cinco dólares, nos dez anos seguintes, em saúde pública, com a redução de despesas em atendimento médico, medicamentos e hospitais. No Brasil, o Ministério da Saúde aponta que 70% dos leitos hospitalares são ocupados por pessoas que contraíram moléstias transmitidas por contato com água poluída.

A poluição das águas acarreta graves riscos à saúde. Os esgotos domésticos contêm bactérias patogênicas que podem causar cólera, hepatite infecciosa, desinteria, micoses, conjuntivites, otites, corizas e febre tifóide e os efluentes industriais têm substâncias tóxicas que podem causar doenças crônicas, inclusive o câncer.

A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico divulgada pelo IBGE, com base no levantamento realizado em 2000, revela que 47,8% dos municípios brasileiros não têm serviço de esgotamento sanitário e, por conseqüência, o país ainda convive com males do século XIX, como a febre amarela e a dengue. Em alguns estados e regiões onde o esgoto corre a céu aberto, a diarréia infecta 99% das crianças e ocasiona a morte.

Portanto, investir em saneamento significa aplicar recursos em saúde preventiva e evidencia que a recuperação da qualidade das águas é mais do que um programa ambiental é uma questão de saúde pública e bem-estar social.

O Projeto Tietê

Em 1992, após o movimento popular que conseguiu reunir mais de um milhão de assinaturas e contou com forte envolvimento da mídia, o Governo de São Paulo criou o Programa de Despoluição do Rio Tietê, entregando à Sabesp, empresa ligada à Secretaria de Recursos Hídricos Saneamento e Obras a responsabilidade de sua execução.

O Governo paulista buscou junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID –os recursos necessários para o maior projeto de recuperação ambiental desenvolvido no país.

A Sabesp ficou com a difícil e ousada tarefa: acabar com a poluição gerada por esgotos na Região Metropolitana de São Paulo. Essa solução recebeu o nome de Projeto Tietê.

Além de uma atuação direta nas áreas de saneamento básico, o Projeto Tietê previa o controle da poluição industrial e dos resíduos sólidos, a abertura e urbanização dos fundos de vale e um forte incremento em educação ambiental.

É o maior projeto de saneamento ambiental já realizado no País e financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O objetivo é coletar e tratar permanentemente o esgoto gerado pelos quase 18 milhões de habitantes da região metropolitana de São Paulo, evitando a contaminação do Rio Tietê e seus afluentes. Contribui para a despoluição da Bacia do Alto Tietê. A Sabesp está encarregada de realizar grande parte do Projeto Tietê, com a construção de grandes tubulações de esgotos subterrâneas para a coleta e o tratamento do esgoto. A Cetesb está encarregada de intensificar o controle de poluição industrial. Atualmente, o projeto está na segunda etapa, que se estenderá até o primeiro semestre de 2008. A primeira etapa foi idealizada e executada entre 1992 e 1998. As obras de maior porte e grandes investimentos foram realizadas de 1995 a 1998.

Principais obras concluídas na primeira fase: foram inauguradas três Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs): São Miguel, ABC e Parque Novo Mundo. A Sabesp ampliou a capacidade da ETE Barueri, de 7 metros cúbicos por segundo para 9,5 metros cúbicos por segundo. Foram construídos também 1,5 mil quilômetros de redes coletoras, 315 quilômetros de coletores-tronco e 37 quilômetros de interceptores e a realização de 250 mil ligações domiciliares. Com as obras da primeira etapa, os índices de coleta de esgoto passaram de 70% para 80% e os índices de tratamento aumentaram de 24% para 62% na RMSP. Ao término dessa primeira etapa, houve melhoria na qualidade de vida da população dos municípios que ficam às margens do Rio Tietê. Os moradores de Salto e Itu, por exemplo, passaram a ver peixes no trecho do rio que corta suas cidades. Esses benefícios são constatados pela ampliação do serviço de coleta de esgotos para 1 milhão de moradores da região metropolitana e a redução significativa da carga poluidora no trecho de 120 quilômetros na Bacia do Alto Tietê.

Segunda fase (2002-2008): na etapa atual estão sendo construídas tubulações de esgotos, tão grandes e extensas que se comparam às construções de túneis viários e metrôs. Essas tubulações vão possibilitar a interligação do sistema de coleta às estações. Estão sendo construídos 36 quilômetros de interceptores, 110 quilômetros de coletores-tronco, 1,2 mil quilômetros de redes coletoras e 290 mil ligações domiciliares. Ao final, haverá novos benefícios diretos à saúde e à qualidade de vida da população. As 290 mil ligações permitirão coletar e tratar o esgoto de mais de 1 milhão de pessoas da região metropolitana. Com isso, a carga de poluição do Rio Tietê trará como conseqüência a redução da mancha crítica de poluição em mais de 40 quilômetros. Os índices de coleta de esgoto passarão de 80% para 84% e os índices de tratamento aumentarão de 62% para 70%.

As cinco Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) do Projeto Tietê têm a seguinte capacidade: ETE Barueri (9,5 m3/segundo), ETE ABC (3 m3/segundo), ETE Parque Novo Mundo (2,5 m3/segundo), ETE São Miguel (1,5 m3/segundo) e ETE Suzano (1,5 m3/segundo).

Para que haja diminuição na poluição do Rio Tietê serão necessários investimentos contínuos e ininterruptos na expansão dos serviços de coleta e tratamento de esgotos, sempre com o objetivo de complementar o sistema de esgotamento sanitário e, ainda, acompanhar o crescimento populacional na região metropolitana. Após a conclusão do Projeto Tietê, os trabalhos de manutenção devem ser constantes.

A Cetesb tem o compromisso de ampliar na segunda etapa a fiscalização para mais 290 indústrias. Com a medida, espera-se a redução do volume de poluentes industriais despejados no rio. Na primeira etapa, mais de 1.200 indústrias foram fiscalizadas pela agência ambiental do Estado de São Paulo.

Cerca de 35% da poluição acumulada na Bacia do Rio Tietê não vem de redes de esgoto, mas sim do lixo jogado nas ruas. Todos os dias, as águas do Tietê recebem toneladas de sacolas plásticas, garrafas, latas e outros tipos de lixo. A Sabesp firmou uma parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica na segunda etapa do Projeto Tietê. A ONG ficou responsável por elaborar um programa detalhado de educação e conscientização ambiental. Avalia-se que a aproximação da população é fundamental para o sucesso do projeto. Assim, o plano elaborado pela SOS Mata Atlântica foi baseado em experiências de outros projetos de mobilização e educação ambiental. O trabalho é estruturado em ações como o incentivo ao acompanhamento da sociedade em todas as etapas do projeto e a elaboração de um plano para as escolas, com capacitação de professores e confecção de material didático. Cada um dos 300 grupos de monitoramento, envolvendo escolas da rede pública e privada de ensino e grupos organizados da sociedade civil, utiliza um kit de análise da água. Os grupos de monitoramento do Tietê atuam desde a nascente do rio, em Salesópolis, até a foz, no Rio Paraná

Quando começou: 1992

Custo: Primeira etapa: investimentos de US$ 1,1 bilhão, sendo US$ 450 milhões provenientes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), US$ 550 milhões dos recursos próprios da Sabesp e mais US$ 100 milhões da Caixa Econômica Federal. Segunda etapa: US$ 400 milhões, sendo US$ 200 milhões financiados pelo BID e US$ 200 milhões em recursos próprios da Sabesp

População beneficiada: Traz benefícios diretos para a Região Metropolitana de São Paulo e indiretos para todo o interior do Estado

Conduta Reta


Conduta Reta e práticas devocionais. Eliminar defeitos. Ética superior. Valores ontológicos e transcendentais. A vida é o próprio caminho espiritual.


  1. Generosidade, caridade = Dar e doar sem expectativa de prêmio ou reconhecimento. Compaixão. Abrir o coração, para se tornarem mais amorosos e magnânimos. Tolerância, humildade, expressão das virtudes. Doar-nos a humanidade. Fazer sempre o bem. Plantar o bem. Desprendimento. Renuncia. Doar ensinamentos. Não somente no material, mas também no espiritual.
  2. Ética = Viver de acordo com os preceitos de Deus. Seguir os caminhos de Deus. Reto falar, reto agir, esforço reto, conduta reta, atenção reta. Auto-observação permanente. Concentração reta e meditação. Honestidade, bondade.
  3. Paciência / Resignação = Capacidade ou virtude de aceitar tudo e todas as coisas com resignação e serenidade. Perdoar, tolerar. Ter paciência com imperfeições dos semelhantes. Aceitar as coisas sem reclamar, sem colocar resistência.
  4. Esforço = Determinação, energia de perseverança, constância e diligência. Não se trata de pressa, mas fazer sempre o que precisa ser feito. Aplicação e dedicação que nós devotamos às tarefas espirituais e profissionais.
  5. Meditação e concentração = Contemplação, relaxamento, atenção plena e limpar a mente. Libertação da mente. Mente tranqüila e serena. Retirar todas as rotinas dos exercícios.
  6. Sabedoria = Iluminação. Não conflito. Discernimento. Perceber as coisas exatamente como elas são, sejam positivas ou negativas. Não julgar, nem criticar. Analisar a totalidade. Compreensão do vazio. Méritos do coração, trabalhar as virtudes.


Atualmente nós praticamos mais os valores errados que o mundo nos impõe. Devemos viver segundo os preceitos de Deus.


Árvores e seus frutos.

Ou fazei a árvore boa e seu fruto bom ou a árvore má e seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.

Raça de víboras, como podeis falar cousas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração.

O homem bom tira do tesouro bom cousas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira cousas más.

Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo;

Porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado.

Mateus 12-33

Projeto Pilgrimage - Docum. sobre Parkour

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

Origem dos Ninjas

Ninja (忍者) ou Shinobi era uma organização secreta marcial que habitava as províncias de Iga, Kõka e no Japão. Eram conhecidos por suas habilidades de infiltração, no Japão feudal do século XIV. Forneciam serviços em troca de pagamento, e seus trabalhos envolviam espionagem, assassinato e sabotagem, dentre outros. Eram isolados e viviam uma espécie de contracultura da época, pois os locais onde habitavam eram de difícil acesso, tornando-se reduto de chineses e coreanos refugiados de guerras, bem como de antigos clãs samurais perdedores de guerras feudais. Isto proporcionou a estas famílias ninjas gerarem uma cultura extremamente sincrética. Ninjas eram mais especializados em infiltração (armadilhas, armas ocultas, inteligência) do que combate em campo aberto, ao contrário da crença popular.

A filosofia de vida dos ninjas era chamada de Ninpō (Ninjutsu) envolvendo a adaptação, a liberdade e a perseverança férrea como princípios basilares.

Os ninjas também usavam disfarces de camponeses, pescadores, etc. Tudo para facilitar o trabalho como espião.

Também havia mulheres ninja, denominadas Kunoichi. Entre outras vantagens características delas, as mulheres ninja usavam a sedução (kisha) como arma, pois além de seu treinamento normal junto com seus companheiros do sexo masculino, também recebiam treinamento especial na arte da sedução, na arte de elaboração e aplicação de venenos e usavam o Tesen (leque) com lâminas de metal, assim como as das espadas. Atuavam combatendo ou seduzindo homens de alto poder político; com a sedução elas conseguiam maior facilidade em obter as informações secretas de que precisavam.

Os ninjas geralmente buscavam defender suas terras e sua família dos interesses feudais latifundiários. No entanto, alguns clãs shinobi trabalhavam como mercenários e algumas alianças com senhores feudais ocorria, conforme os interesses políticos do momento. A lenda de que um ninja jamais poderia ser pego vivo é uma mentira, tanto que ao menos uma história é ilustrativa: um ninja, ao ver que seria apanhado, quebrou o pescoço de uma raposa e a enfiou em seu uniforme. Ao ser levado ao daimyo (senhor feudal), protestou pelo suicídio ritual (sepukku ou harakiri), que foi realizado diante do próprio senhor, tendo sido depois jogado na natureza. Porém, na verdade o ninja havia cortado somente a raposa, para que ao ver o sangue, os demais pensassem que ele havia se matado realmente.

Entre as inúmeras técnicas do Ninjutsu, estão: a arte da invisibilidade (na verdade, da camuflagem), luta desarmada e armada (envolvendo o manejo de espada, bastão, lança, armas com corrente e outras mais exóticas), pressão de pontos vitais (o que podia levar o adversário a dores insuportáveis ou até mesmo à morte), técnicas especiais de fuga, métodos de caminhar silenciosamente, escalada de obstáculos, luta dentro d'água, envenenamento, hipnose, treinamento de flexibilidade das juntas (o que facilitava fugas de amarras) e, finalmente, a arte dos disfarces, que envolvia também técnicas de dramatização, o que possibilitava o ninja se passar por outras pessoas.

Apesar da tradição de 3000 anos, as primeiras aparições ninja vão ocorrer, no Japão, a partir do século VI até a era Neiji no século XIX, a utilização desses agentes como espiões foi aos poucos diminuindo e adentrando, novamente nas brumas da história, para renascerem mais tarde, como, durante a Guerra Russo-Nipônica em 1905 e no período que marca a Segunda Grande Guerra 1939-1945. Um registro importante é que, enquanto os samurais ainda procuravam entender a eficiência das armas de fogo levadas ao Japão pelos portugueses, os ninjas de pronto já incluíram essas armas em seu arsenal e passaram a utilizá-las em suas operações, pois haviam conhecido-as pelo intermédio de piratas chineses e japoneses.

Fato é que os ninjas, com a restauração Neiji, foram integrados às forças policiais e militares do Japão e isso ocorre até hoje, não só no Japão, mas no mundo. Com isso, o Ninjutsu já é uma arte marcial espalhada pelo planeta e utilizado em larga escala pelos organismos estatais que necessitam do silêncio e da eficiência em suas operações.

Constelação do Dragão

Draco (Dra), o Dragão, é uma constelação do hemisfério celestial norte próximo do pólo celeste norte O genitivo usado para formar nomes de estrelas é Draconis.

As constelações vizinhas são Ursa Minor, Camalepardalis, Ursa Major, Boötes, Hercules, Lyra, Cygnus e Cepheus.

Mitologia

A constelação de Dragão consta oficialmente no céu desde o Almagesto de Ptolomeu, publicado no ano de 148 d.C. Entretanto, trata-se de uma constelação já conhecida pelos gregos antigos desde muito tempo antes, figurando em sua mitologia.
Para comemorar o casamento entre Zeus e Hera, Gaia, a Mãe-Terra, presenteou a rainha dos deuses com uma macieira que produzia frutos de ouro (a mesma árvore da qual Éris colheu a maçã dourada que seria dado à deusa mais bela, o Pomo da Discórdia, que provocou a Guerra de Tróia). Não sabendo onde guardar tão maravilhoso presente, Hera decidiu plantá-lo no Jardim das Hespérides (as Ninfas do Poente), o lugar mais distante do mundo (segundo a então geografia grega), no noroeste da África. Como a deusa já imaginava que somente as ninfas não poderiam proteger a macieira sagrada, postou diante dela o dragão Ládon, filho de Tífon e Équidna, para auxiliá-las. Esse mesmo Ládon é um dos personagens que aparecem exclusivamente na novela ‘Gigantomaquia’, entre os filhos de Tífon, enfrentando o próprio Santo protegido pela constelação que o representa, Shiryu.
Como o último de seus Doze Trabalhos, o herói Héracles foi enviado para colher as maçãs divinas. Mas, não tendo conseguido derrotar o dragão, Héracles contou com a ajuda do Titã Atlas, que matou Ládon e trouxe as maçãs para Héracles.
Zeus elevou o dragão ao céu, transformando-o numa constelação. Para Héracles, também depois de morto, foi criada uma constelação com seu nome, postada diante do Dragão, ajoelhado frente a ele e ameaçando-o com a clava (como que a golpeá-lo).

As quatro nobres verdades


É mais fácil trabalharmos as virtudes e a consciência do que ficar focando pra eliminar defeitos.


1)Tomar consciência da existência do sofrimento

Necessitamos lutar segundo a segundo para anular o sofrimento em nós.

Sofrimento = renascimento, enfermidade, a roda da vida, perda, frustração. (A natureza insatisfatória das experiências que vivemos) (Desejo).

Aniquilar o príncipe deste mundo. (Ego)

Fazer consciência da dor e da amargura (sofrimento)

Analisar causa dos sofrimentos (karma)

Nós somos os próprios autores dos nossos sofrimentos.

3 Venenos da mente = Ignorância, desejo e aversão.


2) Investigar e conhecer as causas e formas do sofrimento.

Conhecimento! Ninguém elimina o ego ou muda nada, sem conhecimento.

O oficial militar Sun Tzu escreveu em seu livro “A arte da guerra” um princípio que pode ser aproveitado aqui.

Conhecer o outro e a si mesmo – 100 batalhas, nenhum risco.

Não conhecer o outro e conhecer a si – uma vitória, uma derrota.

Não conhecer o outro e não conhecer a si – cada batalha, risco inevitável.


3) Corte das fontes alimentadoras dos desejos.

É necessário tomar consciência da necessidade de eliminação dos demônios, egos = Purificação.

Eliminar os abusos da palavra para assim encarnar o poder do verbo.

A mente não possui a transparência necessária para refletir a luz que vem dos centros superiores do nosso ser.

Purificar a mente, eliminar as toxinas e venenos.

Para tomar consciência de algo, precisamos possuir. Para tomar consciência da dor e do sofrimento é preciso primeiramente senti-la.

Isto ocorre sempre que somos levados a reviver as sensações e prazeres.

Eliminar gratificações, desejos.

A mente não consegue distinguir as verdades ocultas das verdades eternas.


4) Purificação da mente (Iluminação) (Alquimia Sexual)

Seguir o caminho de Buda, de Cristo.

Através da alquimia sexual, captar energia para dissolver o ego.

Sempre pedir a Mãe divina a eliminação dos defeitos (Morte dos egos)

Ir alem da mente iluminada. Desapegar-se do Nirvana por amor a humanidade. Assim encarnaremos o Cristo.

A ignorância e o apego são os principais fatores causadores de sofrimentos.

Quem precisa de médico são os doentes. Se a pessoa está centrada, ela mesma tem consciência dos sofrimentos e se torna apta para excluí-los.

Analisar para tomar consciência.

Nada muda do dia pra noite, cada um possui um tempo para as mudanças.

Desapegar-se de todo tipo de sofrimento.

Analisar e respeitar os comentários, críticas e elogios que outros fazem de nós.

Trabalhar sobre as memórias e impressões dos sonhos.

Dia a dia, sem mudar a determinação, trabalhar sobre si mesmo.

Tudo se dá de forma natural.

Cuidar do corpo e acalmar a mente. Tranqüilidade e serenidade.

A vida tem seus próprios métodos para mostrar e ensinar o verdadeiro valor da vida.


Oito aspectos do caminho da iluminação.


  1. Reta compreensão / entendimento = Reto entendimento da doutrina e dos acontecimentos. Saber distinguir o que é saudável do não saudável, desenvolver o discernimento. Distinguir o reto falar, do abuso do verbo. Entendimento das quatro nobres verdades. Adquirir confiança do caminho pelo entendimento. Só quem tem um reto entendimento pode se livrar do mau caminho. Equilibrar as atividades espirituais com os materiais, cotidianas.

  1. Pensamento correto = Mudar a forma de pensar. Reta maneira de pensar. Se seguirmos sempre com as mesmas idéias do mundo, do caminho, da auto-realização, nunca sairemos do estado atual de consciência. O pensamento não possui distorções, nem distrações. Não alimente os venenos da mentes: ignorância, desejo e aversão. A atitude correta é a mente altruísta, generosidade e a conduta reta. Pensamento direcionado para iluminação.

  1. Reto falar = Começa pela escolha das palavras. Não use palavras vulgares, gírias. Correta forma de expressar. Falar tranquilamente e serenamente. Retirar sentidos ocultos e duplos sentidos das palavras (ira, ironia, ciúmes, julgamentos, mentira, calunias, exageros, fofocas, dizer sempre a verdade) Intenção correta no falar. Não falar inutilmente. Nunca semear desconfiança, suspeita. Não falar de outros nem bem nem mal. Cuidar da própria vida. Nunca impor idéias. Abuso do verbo.

  1. Sacrifício / Conduta reta = Praticar boas obras, praticar a generosidade. Cumprimento do dever sagrado. Não roubar, não enganar, alimentação correta, aprender a reconhecer o equilíbrio. Dar a César o que é de César, dar a Deus o que é de Deus. Honrar os compromissos assumidos. Reto agir. Não abusar do sexo.

  1. Reta maneira de ganhar a vida = Não enganar, mentir, vender drogas ou armas. Não explorar funcionários. Sem fraudes, prostituição e loterias.
  2. Esforço reto = Contém muitos aspectos do sacrifício. Ninguém consegue executar bem uma tarefa sem compreensão reta e sacrifício. Sem preguiça e comodismo. Perseverança. Sem desculpas. Fazer tudo com entusiasmo, alegria e entrega. Devemos escolher como queremos viver, alegres ou tristes, motivados ou desmotivados. Acabar com as ilusões. Desenvolver a auto motivação. Amar o caminho e seu próprio ser. Amor ao trabalho. Dedicação.

  1. Atenção Plena = Viver atentos ao corpo, sensações, emoções, pensamentos e ações. Nunca se esquecer de nós mesmos. Intima recordação do nosso ser. Cortar o funcionamento mecânico da mente, eliminar projeções e ilusões. Dominar a mente. Concentração. Tomar consciência do nosso próprio ser.

  1. Castidade = Sexo correto, pratica sexual correta. Purificação da mente. Eliminação da luxuria, malicia. Alquimia sexual. Inocência. Pureza.


A castidade não se trata de reprimir os estímulos sexuais, mesmo porque esta prática gera diversos distúrbios energéticos e psicológicos, e sim de purificar e santificar o ato sexual.

Generosidade, doação, espírito de renúncia, sabedoria, tolerância, paciência, honestidade, determinação, decisões, justiça e serenidade.

Retirar todas as fantasias, projeções, estereótipos.


Os dois fundamentos

Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;

E caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com o ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.

E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre areia. E cai a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.

Mateus 7-24

quarta-feira, 4 de junho de 2008

obras na Av. Paulista

A Avenida Paulista é um dos logradouros mais importantes do município de São Paulo, a capital do estado homônimo.

Considerada um dos principais centros financeiros da cidade, assim como também um dos seus pontos turísticos mais característicos, a avenida revela sua importância não só como pólo econômico, mas também como centralidade cultural e de entretenimento. Devido à grande quantidade de sedes de empresas, bancos, hotéis, hospitais e instituições culturais, como o MASP, movimentam-se diariamente pela Avenida Paulista milhares de pessoas oriundas de todas as regiões da cidade e de fora dela.

A avenida foi criada no final do século XIX a partir do desejo da elite cafeeira do estado em possuir uma residência fixa na cidade que não estivesse localizada imediatamente próxima às mais movimentadas centralidades do período. A Avenida Paulista foi inaugurada no dia 8 de dezembro de 1981, por iniciativa do engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, para abrigar a elite da sociedade paulista. Seu nome seria Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas Lima declarou:

No fim dos anos 20, seu nome foi alterado para Avenida Carlos de Campos, homenageando o ex-presidente do estado, mas a reação da sociedade fez com que a avenida voltasse a ter o nome com o qual foi criada e é conhecida até os dias de hoje.

A avenida foi aberta seguindo padrões urbanísticos relativamente novos para a época: seus palacetes possuíam regras de implantação que, como conjunto, caracterizou uma ruptura com os tecidos urbanos tradicionais. Os novos palacetes incorporavam os elementos da arquitetura eclética (tornando a avenida uma espécie de museu de estilos arquitetônicos de períodos e lugares diversos) e dos novos empreendimentos norte-americanos: estavam todos isolados no meio dos lotes nos quais se implantavam, configurando um tecido urbano, diferente do restante da cidade, que alinhava a fachada das edificações com a testada do terreno. Isso fez com que a avenida possuísse uma amplidão espacial inédita na cidade.

Avenida Paulista é a primeira via pública asfaltada de São Paulo, com material importado da Alemanha.

Esse perfil estritamente residencial da avenida permaneceu até meados da década de 1950, quando o desenvolvimento econômico da cidade levava os novos empreendimentos comerciais e de serviços para regiões afastadas do seu centro histórico. Em pouco tempo, praticamente, todos os palacetes da avenida tinham sido vendidos e substituídos por pequenos prédios de escritórios e comércio.

Durante as décadas de 60 e 70, porém, e seguindo as diretrizes das novas legislações de uso e ocupação do solo, e a valorização dos imóveis incentivada pelas especulações imobiliárias, começaram a surgir naquele local os seus agora característicos "espigões" - edifícios de escritórios com 30 andares em média.

Durante esse período, a avenida passou por uma profunda reforma paisagística. Os leitos destinados aos veículos foram alargados e criaram-se os atuais calçadões, caracterizados por um desenho branco e preto formado por mosaico português. O projeto de redesenho da avenida ficou a cargo do escritório da arquitetura-paisagista Rosa Grena Kliass, enquanto o projeto do novo mobiliário urbano da avenida foi assinado pelo escritório Ludovico & Martino.

Atualmente a Avenida passa por uma grande reforma, terá calçadas, canteiro central e paisagismo refeitos da Praça Osvaldo Cruz até a Rua Consolação

Quase 30 anos depois, a Avenida Paulista começa a ser revitalizada a partir da substituição de suas calçadas, hoje remendadas e danificadas pelo tempo. O novo piso será feito com o que há de mais moderno em tecnologia de construção: pavimento de concreto moldado no local, com juntas de dilatação em latão. Além do padrão estético - destacado pelo contraste das tonalidades do concreto, grafite e natural, com o dourado das juntas metálicas -, a opção por este material levou em conta a durabilidade, a facilidade de manutenção e o conforto para caminhar. Será também a primeira avenida da cidade a ter acessibilidade total, com a instalação de 200 rampas. O canteiro central e os jardins também serão renovados.

"Recuperar esta avenida simbólica para a Cidade é mais que pensar em revitalização do espaço público. Transformar a Avenida Paulista é restaurar a auto-estima do paulistano", afirma o secretário das Subprefeituras e subprefeito da Sé, Andrea Matarazzo.

O projeto é da URB2 arquitetos e as obras, realizadas pela empresa Engeform, começam nesta segunda-feira, dia 23, no lado direito do trecho entre a Praça Osvaldo Cruz e a Rua Teixeira da Silva, sentido Paraíso-Consolação. A reforma deve durar nove meses e representa um investimento de R$ 8,123 milhões. No total, serão refeitos 50 mil m² de calçadas.

Além de proporcionar uma melhoria da paisagem urbana, a reforma também reduzirá o impacto causado pelas cerca de duas mil interferências de concessionárias prestadoras de serviços públicos. O novo piso facilita a reconstrução da calçada, caso essas empresas tenham necessidade de fazer alguma manutenção subterrânea em sua rede.

Acessibilidade total

Será colocado em prática o conceito de rota acessível, com instalação do piso ideal e implantação de cerca de 200 rampas de concreto pré-fabricado nas travessias, com larguras proporcionais à Avenida. Sarjetas e guias serão demolidas e refeitas de acordo com o projeto. "A Paulista é o cartão postal da cidade e esta reforma, além de melhorar as condições do piso e a beleza da avenida, vai deixá-la acessível às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Essa é uma dupla boa iniciativa da Prefeitura, que se preocupa com a segurança e a autonomia de todos os cidadãos paulistanos", afirma a vereadora e ex-secretária da Pessoa com Deficiência, Mara Gabrilli.

Para minimizar os transtornos que uma intervenção desse porte provoca, as obras serão feitas em módulos, preservando uma faixa para a circulação de pedestres e saída de veículos. A Avenida Paulista (lado par, ímpar e canteiro central) será dividida em 12 trechos para a evolução da reforma. O trabalho será executado ininterruptamente, 24 horas por dia, mas evitando durante a noite a realização de tarefas que causem barulho intenso, como as de demolição.

Trânsito

De acordo com o andamento da obra, uma faixa de rolamento da pista será interditada. Para esta primeira etapa, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) orienta os motoristas a seguir caminho alternativo, composto pelas Ruas 13 de Maio, Cincinato Braga, São Carlos do Pinhal e Antonio Carlos. Essas vias terão mudanças como desativação de zona azul com proibição de estacionamento e remanejamento de pontos de táxi. Outra opção para os motoristas que vêm da região Paraíso/Vila Mariana com destino ao Centro é seguir pela Rua Vergueiro e a Avenida Liberdade. Para aqueles com destino aos Jardins, a Rua Joaquim Távora, Avenida Pedro Álvares Cabral e Avenida Brasil são as alternativas. As equipes de Engenharia da CET estarão acompanhamento e monitorando o desempenho do trânsito na região das obras e dos conseqüentes desvios.

Travessia de pedestres

A CET também aproveita a reforma para melhorar a travessia de pedestres na avenida, com a implantação de semáforos inteligentes e redistribuição das travessias ao longo da Paulista. Com essas modificações, será reduzido o tempo de espera para a travessia dos pedestres e com maior segurança, uma vez que esta travessia se dará de forma integral, sem a concentração de pedestres no canteiro central.

Para os veículos, haverá a redução das esperas tanto na Avenida como nas vias transversais devido à operação em tempo real dos semáforos. Essa diminuição favorece, inclusive, a operação do transporte coletivo com o melhor aproveitamento dos tempos dos semáforos.

Piso testado e aprovado

No ano passado, um trecho da avenida em frente ao shopping Center 3 recebeu um tipo de piso similar, que se mostrou resistente ao grande volume de pessoas que passam pelo local.

Esta é a segunda grande reforma na avenida. Na década de 70, a Paulista passou por obras de alargamento e ganhou o formato atual, com sinalização especial e piso de mosaico português, num projeto realizado por Rosa Kliass. O mobiliário urbano da época foi feito pelo escritório Ludovico e Martino.

Coração e alma de São Paulo

Avenida símbolo de São Paulo, cartão postal da quarta maior cidade do mundo. Esta é a Paulista - um corredor cultural e financeiro de 2.700 metros de extensão, que vive e vibra. Conhecida como um dos principais centros econômicos da América Latina, com 11 sedes de bancos e 29 agências bancárias, a Paulista tornou-se um dos principais eixos culturais da cidade, com teatros, museus, cinemas, livrarias e pólos de entretenimento. Por ela circulam diariamente mais de 1,7 milhão de pessoas e 90 mil veículos. Plural como São Paulo, abriga ainda cerca de 200 mil moradores em seus 18 prédios residenciais. E é essa Avenida, que tem a cara de São Paulo, que começa agora a ganhar cara nova, com remodelagem total de suas calçadas e canteiros.

Espero que esta obra acabe rápido para que possamos transitar por ela novamente em paz.

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